sábado, 8 de agosto de 2009
NOVIDADE NO BLOG!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
HOJE EM TEMPO REAL O RESULTADO DO JOGO ,POR- EXEMPLO BOTAFOGO FEZ 1 VAI PARA O RESULTADO ONDE ESTA ESCRITO PROXIMO JOGO
ANDRE LIMA COM ALTO ASTRAU
Bem-humorado, atacante volta ao Botafogo contra o Atlético-PR e reedita dupla com Victor Simões, seu adversário em outros tempos
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
BENDITO FIMZINHO
O finalzinho de uma caixa de bombom, o terminar de um divertido fim de semana, a volta de uma grande viagem, a última colherada de um saboroso pote de sorvete… Enfim, todo finalzinho é traumático mesmo. Ninguém quer que ele chegue. E, ultimamente, até o Fogão vinha sofrendo desse temido mal, porque era só o jogo entrar na sua fase derradeira, que o nosso time entregava o mamão. De bandeja. Foi assim um bocado de vezes, esse ano. Mas ontem, pra surpresa geral, a ampulheta virou a nosso favor. Tivemos mais uma pequena prova que a justiça tarda, mas não falha. E olha que ontem, diferentemente das outras vezes, fizemos por merecer mais um empatezinho maroto. Com um gol aos 46 minutos da etapa complementar, o Glorioso venceu o barueri aqui, dentro de casa. Foram três pontos essenciais para a nossa reação. Com eles,
completamos 7 jogos sem perder e demos um tchau saudoso para o mês de julho, sendo o único time do campeonato a não conhecer derrota durante os 31 dias do sétimo mês. Concordo que não trata-se de um grande feito, mas já um excelente sinal de vontade. Estamos juntos com a Estrela, sempre.
Ah! Os detalhes da partida podem esperar um pouquinho, porque antes vou deixar mais uma indignação: era um jogo contra o modesto barueri (tudo bem, o time dos caras é mais arrumadinho do que muito grande por aí). E ainda por cima dentro de casa, no Niltão. Ora pombas, por que o Fogão não foi com força máxima pra cima dos paulistas? Três atacantes, sim senhor. Mas não. A anta do técnico manteve o time na mediocridade e na falta de criatividade. Tanto que, quando usou um pouco de ousadia, no fim, o resultado positivo apareceu. Não adianta ficar enxugando gelo. Querer que saia genialidade do Nem Fraco é o mesmo que exigir doutorado de um flamenguista. Não vamos encontrar nunca. Mas, o que importa é que vencemos e os bons ventos da vitória espalham até os lampejos de burrice que vêm do banco. O primeiro tempo começou com o Botafogo chegando bem. Fiquei até assustado, porque de cara o Lúcio Flávio chegou duas vezes de frente pro crime e perdeu chances clamorosas de nos colocar na frente. Quase, com direito a sonoros “Uuuullllllll!”, de verdade. Aos 36´, o Batista (que corre uma barbaridade e aparece em tudo o que é lado do campo) cabeceou e, no rebote, o André Lima mostrou sua primeira marca. De chapa ele colocou o coco pra esticar o traçado. 1X0 e o botão de start estava apertado, para começar a festa no estádio mais moderno do Brasil. Mas a síndrome do finzinho parecia que estava mantida, porque aos 44´ do 1º tempo, os caras empataram. Eita balde de água fria.
completamos 7 jogos sem perder e demos um tchau saudoso para o mês de julho, sendo o único time do campeonato a não conhecer derrota durante os 31 dias do sétimo mês. Concordo que não trata-se de um grande feito, mas já um excelente sinal de vontade. Estamos juntos com a Estrela, sempre.Ah! Os detalhes da partida podem esperar um pouquinho, porque antes vou deixar mais uma indignação: era um jogo contra o modesto barueri (tudo bem, o time dos caras é mais arrumadinho do que muito grande por aí). E ainda por cima dentro de casa, no Niltão. Ora pombas, por que o Fogão não foi com força máxima pra cima dos paulistas? Três atacantes, sim senhor. Mas não. A anta do técnico manteve o time na mediocridade e na falta de criatividade. Tanto que, quando usou um pouco de ousadia, no fim, o resultado positivo apareceu. Não adianta ficar enxugando gelo. Querer que saia genialidade do Nem Fraco é o mesmo que exigir doutorado de um flamenguista. Não vamos encontrar nunca. Mas, o que importa é que vencemos e os bons ventos da vitória espalham até os lampejos de burrice que vêm do banco. O primeiro tempo começou com o Botafogo chegando bem. Fiquei até assustado, porque de cara o Lúcio Flávio chegou duas vezes de frente pro crime e perdeu chances clamorosas de nos colocar na frente. Quase, com direito a sonoros “Uuuullllllll!”, de verdade. Aos 36´, o Batista (que corre uma barbaridade e aparece em tudo o que é lado do campo) cabeceou e, no rebote, o André Lima mostrou sua primeira marca. De chapa ele colocou o coco pra esticar o traçado. 1X0 e o botão de start estava apertado, para começar a festa no estádio mais moderno do Brasil. Mas a síndrome do finzinho parecia que estava mantida, porque aos 44´ do 1º tempo, os caras empataram. Eita balde de água fria.
UMA HORA ELA VIRIA
Muita calma nessa hora. Pelo menos por enquanto, não há muitos motivos para encaminharmos a vaca ao brejo mais próximo. Antes de dizermos que está tudo errado, que desse jeito não dá pra continuar etc e tal, precisamos lembrar que estávamos há mais um de um mês sem perder. Uma hora a derrota apareceria. E ela apareceu. No futebol, é quase impossível manter a invencibilidade nacional por longas temporadas. Dito isso, vale vermos agora o outro lado da moeda. Também fiquei puto da vida com o jeito que perdemos, mas o que vimos ontem já acontece há um bom tempo com o Botafogo. O nosso time, de forma impressionante, muda radicalmente de postura depois que sai na frente no placar. Na maioria dos jogos é a mesma história. Ontem, contra o são paulo, não foi diferente. E o exercício para saber se isso é verdade, é simples: Zé, basta reler umas colunas mais recentes daqui, do nosso espaço, e encontrar a repetição do mesmo fato. É assim, começamos bem a partida, trocamos a bola com domínio, marcamos direitinho e chegamos ao primeiro gol. Pronto. Daí pra lá a maionese desanda. Se é psicológico, se é problema de preparo físico, de acomodação, de falta de comprometimento, não sei. O que tenho certeza é que alguém precisa levantar essa bandeira e mostrar o problema pra eles mesmos – os jogadores – cobrando uma melhora imediata. Esse time não tem base para manter a pressão. Perder é compreensível. Agora, perder com falta de vontade é execrável. Mudança de postura, já.
Na noite de ontem, lá na Terra da Garoa, quem assistiu ao início da partida notou facilmente a superioridade Alvinegra. Aí, o lateral estreante Michael encontrou o Lúcio Flávio na porta da grande área. Ele deu um belo passe pro nosso camisa 10, que esticou o caroço com violência. Um canudo, no cantinho. 1X0 para a comemoração e também para anunciar o nosso pé atolado no freio. Daí em diante o sampa foi ganhando espaço, virando o jogo e marcando gols. O goleirinho Castillo fez um pênalti afobado e garantiu o empate paulista. Em seguida, o Eduardo tentou um balão dentro da nossa área e entregou a virada: 1X2. Infelizmente, esses dois jogadores foram um capitulo à parte. O primeiro, não trouxe e não traz a menor segurança no gol. As balizas se agigantam sobre o Castillo. Se quem está na arquibancada sente isso, imagina quem está em campo. Ele está mais para goleiro de handebol do que futebol. Fica balançando os braços insistentemente como se aquilo fosse aumentar a sua massa corporal. Mais triste ainda é ver a diretoria dizendo que o Botafogo não precisa de um goleiro. Concordo. O Fogão, hoje em dia, não precisa de um goleiro só. Precisa de dois. E urgentemente. Volta Jefferson, por favor. Agora, o Eduardo – que não sabe se é zagueiro, lateral ou meio-campo – deu uma aula de como jogar com o botão do “foda-se” ligado no último volume. Há muito tempo eu não via tanta displicência na mesma função. E detalhe: por jogar dessa forma descompromissada, ele foi premiado com a permanência em campo, o tempo todo. Belo gesto, Ney Franco. Mais uma vez, é assim que se mostra comando e pulso firme. Outra coisa: se o Jean Coral é o primeiro investimento do Fundo Botafogo, pode anotar que este Fundo está caminhando para o fundo do poço mesmo. Imagina se o André Lima não tivesse sido contratado, teríamos que ficar engolindo esse cara muito mais tempo. Um ataque com Jean Coral mata mais do que gripe suína. Mata de tristeza.
Na noite de ontem, lá na Terra da Garoa, quem assistiu ao início da partida notou facilmente a superioridade Alvinegra. Aí, o lateral estreante Michael encontrou o Lúcio Flávio na porta da grande área. Ele deu um belo passe pro nosso camisa 10, que esticou o caroço com violência. Um canudo, no cantinho. 1X0 para a comemoração e também para anunciar o nosso pé atolado no freio. Daí em diante o sampa foi ganhando espaço, virando o jogo e marcando gols. O goleirinho Castillo fez um pênalti afobado e garantiu o empate paulista. Em seguida, o Eduardo tentou um balão dentro da nossa área e entregou a virada: 1X2. Infelizmente, esses dois jogadores foram um capitulo à parte. O primeiro, não trouxe e não traz a menor segurança no gol. As balizas se agigantam sobre o Castillo. Se quem está na arquibancada sente isso, imagina quem está em campo. Ele está mais para goleiro de handebol do que futebol. Fica balançando os braços insistentemente como se aquilo fosse aumentar a sua massa corporal. Mais triste ainda é ver a diretoria dizendo que o Botafogo não precisa de um goleiro. Concordo. O Fogão, hoje em dia, não precisa de um goleiro só. Precisa de dois. E urgentemente. Volta Jefferson, por favor. Agora, o Eduardo – que não sabe se é zagueiro, lateral ou meio-campo – deu uma aula de como jogar com o botão do “foda-se” ligado no último volume. Há muito tempo eu não via tanta displicência na mesma função. E detalhe: por jogar dessa forma descompromissada, ele foi premiado com a permanência em campo, o tempo todo. Belo gesto, Ney Franco. Mais uma vez, é assim que se mostra comando e pulso firme. Outra coisa: se o Jean Coral é o primeiro investimento do Fundo Botafogo, pode anotar que este Fundo está caminhando para o fundo do poço mesmo. Imagina se o André Lima não tivesse sido contratado, teríamos que ficar engolindo esse cara muito mais tempo. Um ataque com Jean Coral mata mais do que gripe suína. Mata de tristeza.
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
sul americana vem ai
BOTAFOGO VAI TENTAR MAS UMA VEZ A COPA SUL AMERICANA. O UNICO TIME A CONQUISTAR,DO BRASIL FOI , O INTERNACIONAL
FAUTOU ELE
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Botafogo futebol e regatas
CURIOSIDADES:
★ Bicampeão do Brasil: 1968, 1995★ Copa Conmebol: 1993★ Torneio Rio-São Paulo: 1962/64/66/98★ Campeonato Carioca: 18 vezes
★ Bicampeão do Brasil: 1968, 1995★ Copa Conmebol: 1993★ Torneio Rio-São Paulo: 1962/64/66/98★ Campeonato Carioca: 18 vezes
COMO SEGURAR UM BOM RESULTADO
O Fogão está dando aula na matéria de agarrar pontos imprescindíveis. Segundo a turma do titio Ney, basta besuntar as mãos – generosamente – com a manteiga mais gordurosa que encontrar pela frente. Depois tente segurar firmemente o objetivo traçado. Faça isso e veja o quanto é fácil garantir a sua meta. É mais ou menos dessa forma que o Botafogo vem atuando em busca da sua recuperação na tabela. Foi assim contra o urubu, no domingo passado. Já havia sido desta mesma maneira com o vitória, lá na Bahia. Também contra o florminenC, aqui no Maraca. E a história se repetiu ontem, mais uma vez, lá em Pernambuco. Enquanto o nosso time deixa escapar o nosso crescimento com mãos de manteiga, nós – torcedores ativos da arquibancada, do sofá, do barzinho… de onde quer que seja – assistimos brochados a mais uma chance de reabilitação ir embora passivamente. Time mais afundado que o náutico, confesso que eu ainda não tinha visto. E nós voltamos dos Aflitos de novo com a sensação do “por que não foi?”. Antes de falar sobre arbitragem polêmica, fato que é mais antigo do que a avó da Dercy Gonçalves, precisamos olhar pro nosso próprio umbigo e constatar que o nosso ataque está perdendo a letalidade. Estamos cada vez mais dependentes das bombas longínquas do Juninho. Queria muito saber qual é a ligação que o nosso meio-campo faz? Do que com o que? Ai, meu São Quarentinha! Até quando?
O 1º tempo da partida até que foi bom. Atacamos com volume e demoramos um pouco pra furar a barreira do gol. Num escanteio pela direita, o Lúcio Flávio surpreendeu e chamou o Juninho pra entrar na dança, de fora da área. O nosso zagueiro, que mais ataca do que defende, açucarou a redonda e sacudiu o filó no cantinho. 1X0 de repente. O André Lima – impedido – ajudou no lance, mas o árbitro também inverteu a maioria do que marcou. O juiz estava mais perdido do que filho de prostituta em dia dos pais. Como eu posso dizer que o apitador errou se o Renato abusou de errar, em um gol incrível? O nosso problema é que ficamos trabalhando sempre no limite e, jogando dessa forma, qualquer detalhe é determinante. Se tivéssemos aberto 2 ou 3 gols de diferença, os erros do juiz não pesariam tanto no final. Note: não estou eximindo de culpa o senador do apito. Só estou querendo levantar a bandeira que já passou da hora de resolvermos nossas próprias incapacidades, antes de reclamar da incompetência alheia. Por exemplo, abrimos o placar e imediatamente tivemos a brilhante postura de recuar. Nos apequenando diante do fraco time recifense e achei que o intervalo fosse resolver a parada. Me enganei de novo.
O 2º tempo aumentou o sofrimento. Levamos dois gols de forma rápida – um deles num pênalti pra lá de maroto – e, antes dos 10 minutos finais, conseguimos o empate. Pra manter a escrita, em mais um lance de bola parada e bomba do Juninho. Dessa vez, o goleirinho deles bateu roupa com o foguete do camisa 3 e a pelota sobrou pro Reinaldo nos fazer pular. 2X2 e fim de papo. Antes de partir pra próxima rodada, mais uma pergunta: o que foi o nosso lado esquerdo ontem? Você consegue dizer quem era o responsável por aquele setor? Difícil. Hora vinha o Batista, hora o Renato, hora o Guerreiro. A avenida pros adversários ficou com sinal verde por ali. O detalhe importante é que só agora o jurídico do Clube se posicionou com relação ao Michael e acha melhor não escalar o lateral-esquerdo. Com isso, a diretoria deixa claro que nos considera como babacas. Só pode ser. Eles gastam pra contratar um sujeito, passam quase dois meses inventando desculpas para ele não estrear e agora dizem que estão precavidos contra problemas de legalização do atleta. Mentira. Eles sabiam disso desde o início e ficaram inventando gripe, pisão no treino, enterro de sogra.. tudo para justificar os dois meses de um caro salário para o jogador só treinar. É, Zé, bem-vindo a realidade Botafogo. Outra indignação veio da direita. É impossível acreditar que o nosso “grande” Ney Fraco disse que estava improvisando o Túlio Souza na lateral. Alguém diz pra esse individuo que ganha salário de técnico, que o referido lateral-direito de origem foi eleito o melhor jogador da posição, na série B de 2007, jogando pelo coritiba. Só pode ser brincadeira. Ai, ai! Sábado temos uma parada duríssima contra o inter, aqui em casa. Te vejo na Leste. Abraço,
O 1º tempo da partida até que foi bom. Atacamos com volume e demoramos um pouco pra furar a barreira do gol. Num escanteio pela direita, o Lúcio Flávio surpreendeu e chamou o Juninho pra entrar na dança, de fora da área. O nosso zagueiro, que mais ataca do que defende, açucarou a redonda e sacudiu o filó no cantinho. 1X0 de repente. O André Lima – impedido – ajudou no lance, mas o árbitro também inverteu a maioria do que marcou. O juiz estava mais perdido do que filho de prostituta em dia dos pais. Como eu posso dizer que o apitador errou se o Renato abusou de errar, em um gol incrível? O nosso problema é que ficamos trabalhando sempre no limite e, jogando dessa forma, qualquer detalhe é determinante. Se tivéssemos aberto 2 ou 3 gols de diferença, os erros do juiz não pesariam tanto no final. Note: não estou eximindo de culpa o senador do apito. Só estou querendo levantar a bandeira que já passou da hora de resolvermos nossas próprias incapacidades, antes de reclamar da incompetência alheia. Por exemplo, abrimos o placar e imediatamente tivemos a brilhante postura de recuar. Nos apequenando diante do fraco time recifense e achei que o intervalo fosse resolver a parada. Me enganei de novo.
O 2º tempo aumentou o sofrimento. Levamos dois gols de forma rápida – um deles num pênalti pra lá de maroto – e, antes dos 10 minutos finais, conseguimos o empate. Pra manter a escrita, em mais um lance de bola parada e bomba do Juninho. Dessa vez, o goleirinho deles bateu roupa com o foguete do camisa 3 e a pelota sobrou pro Reinaldo nos fazer pular. 2X2 e fim de papo. Antes de partir pra próxima rodada, mais uma pergunta: o que foi o nosso lado esquerdo ontem? Você consegue dizer quem era o responsável por aquele setor? Difícil. Hora vinha o Batista, hora o Renato, hora o Guerreiro. A avenida pros adversários ficou com sinal verde por ali. O detalhe importante é que só agora o jurídico do Clube se posicionou com relação ao Michael e acha melhor não escalar o lateral-esquerdo. Com isso, a diretoria deixa claro que nos considera como babacas. Só pode ser. Eles gastam pra contratar um sujeito, passam quase dois meses inventando desculpas para ele não estrear e agora dizem que estão precavidos contra problemas de legalização do atleta. Mentira. Eles sabiam disso desde o início e ficaram inventando gripe, pisão no treino, enterro de sogra.. tudo para justificar os dois meses de um caro salário para o jogador só treinar. É, Zé, bem-vindo a realidade Botafogo. Outra indignação veio da direita. É impossível acreditar que o nosso “grande” Ney Fraco disse que estava improvisando o Túlio Souza na lateral. Alguém diz pra esse individuo que ganha salário de técnico, que o referido lateral-direito de origem foi eleito o melhor jogador da posição, na série B de 2007, jogando pelo coritiba. Só pode ser brincadeira. Ai, ai! Sábado temos uma parada duríssima contra o inter, aqui em casa. Te vejo na Leste. Abraço,
NOVA FORMAÇÃO
BOTAFOGO IRÁ JOGAR NO 3-6-1, PORQUE REINALDO NÃO VAI JOGAR E ANDRE LIMA LEVOU SEU TECEIRO CARTÃO AMERELO.
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